medalhinhas...

Enquanto o morro estavamos subindo,
um pensamento nos pegou tinindo.
Ja que estamos na terra da coisa fria
Porque não escrevemos uma poesia?
Ao subir o morro tive somente uma certeza
não sei se ando ou se corro
Pero en mi mochila tiene una cerveza
Pois aqui na argentinia
o povo tem uma mania
Ao se sentar num café
nao tem muito a fazer, só tomar té
entao pedem ao mesero
una hoja de papel y una caneta tintero
e com a cabeça cheia de inspiração
no papel começam a escreveção.
Qual não foi nossa surpresa
ao ver que até em terras montanhesas
existem pessoas que levam consigo
um papel e uma caneta, conhecido por boligrafo.

Mas vamos parar de enrolação
e apos muito tempo sem postação
vamos escrever em forma de poema
o proximo post, sem problema.
Na sexta feira alugamos um veleiro
e passeamos por tudo, bem ligeiro
O que nós não sabiamos é que a chuva e o vento
iriam nos pegar, em meio tempo.
Morrendo de frio saimos
e pro hotel direto partimos
tomar um banho fervendo
pois os dedos ja estavamos perdendo.


No sabado visitamos los penguinos
em um catamarã não pequenino
foram quatro horas de viagem
mas pelo menos nessa não passamos friagem.

Quando a noite baixou na calle principal
Saimos correndo pra ver o carnaval
Algo que era uma experiencia mais que surreal
Ja que de bikini, as meninas sambavam legal

No domingo, choveu.
e nosso passeio, morreu.
por isso no hotel ficamos
porque na rua muito dinheiro gastamos.
Ja na segunda, aconteceu uma coisa muito louca
chamamos um taxi e colocamos alguma roupa
e para o glaciar martial subimos
sem saber a que hora volveriamos
Neste lugar havia um teleférico
que nos levou a um lugar muito genérico.
Para chegar ao glaciar
teriamos que muito andar



Ja hoje aconteceu o mais animar
subimos até as cuevas de alvear
nos cansamos de tanto suar
mas a experiencia era de matar
Foram quase seis horas de jornada
subindo sem parar, na base da caminhada
o chao estava todo molhado
mas nos chegamos la, mesmo com tudo gelado.



Agora para Buenos Aires vamos tornar
e com muita alegria poder gritar
"Eu vi o fim do mundo!"
E voltei para contar...








Apesar de ficar sem postar por um dia, o que para o Joca já quase uma abstinência, está tudo bien.
Em Martes (terça-feira) a noite fomos a Puerto Madero em B.A. e tomamos umas Quilmes, porém decepção, não existem cervejas de 1 litro em B.A.! Mas valeu a pena pois descobrimos um Hooters... se bem que... bem... nada de formidável, apenas diferente. Este foi o dia que mais "esbanjamos" desde que chegamos. Passamos do $ 1.35 dos buses para os $ 0,70 do metrô, mas acabamos gastando $ 5,00 em um táxi...
Supérfluos à parte, quarta-feira seguimos ao aeroporto para irmos ao nosso destino, Ushuaia (pronuncia-se USSUAIA).
Um vuelo muy bueno, muy hermoso, muy rico. Um sanduichão de almuerzo e várias Quilmes a 10.000 mts de altura. Vôo perfeito, paisagens perfeitas, exceto o francês que sentou ao lado do Joca e não negava a raça... que cecê!
Mas fora isso 4 horas de viagem e aterramos em Ushuaia.
O aeroporto já denuncia a cidade. Um charme, parece que haviamos descido no meio dos alpes suíços (como se conhecêssemos os alpes suíços) mas devem ser parecidos, enfim.
Pegamos um taxi que nos deixou em uma pousada, pois nós não tínhamos reservado nenhuma.
Boa, porém meio longe do centro e para voltar tem que subir um morro que com uns vinos nacionales na cabeça torna-se uma tarefa bastante complicada.
Acabamos passando pelo centro e encontramos uma outra pousada que, essa sim, além de ser no fervo da cidade é maravilhosa, com uma vista da Baía de Beagle e do Glaciar Martial incrível!
Hoje fizemos um pequeno city tour pela cidade em um daqueles ônibus de 2 andares, inglês e muito antigo, como chegou aqui é um mistério! Conhecemos a prisão do fim do mundo também e andamos por toda a cidade!
Amanhã, sexta-feira, é dia de andar de barco, vamos ver no que vai dar!
Ah... ontem estava frio, porém hoje tá de matar! Deve estar uns 4 ou 5 graus! Todas as casas, lojas, restaurantes têem calefação, mas quando se sai na rua putz, é de rachar! Agora sei porquê os caras gostam tanto de tomar vinho nesse país!
Bem acho que é isso por enquanto.
Ah! O hobbie favorito dos argentinos é tomar café e pelo visto escrever poesias nos cafés, pois todo lugar que a gente vai tem um camarada assim...
Bem,é isso, o Joca continua daqui agora, tô pouco inspirado hoje... até porquê são 21:43 e só escurece daqui a uma hora ainda! Sim a noite aqui começa as 22:30, por aí...
Juliano
Aqui es Yoca assumiendo el comando...
Hoje como ainda estamos um tanto quanto perdidos en la ciudad, resolvemos pegar um tour em um onibus de dois andares.
Parecido com os de NY (ver posts abajo), mas muito mais velho.
Conhecemos toda a parte da cidade, e vimos o tal do presidio (foi graças a esse presidio que começou esta folia de "fin del mondo"
Para amanha já reservamos un pasejo de velero muy hermoso, muy rico, mas tambien muy frio...
Ah sim, e ja descobrimos que hablar espanhol é muito facil... basta encher de is, ys e agás que eles ya te entiendien!
Os habladores mas avançados arriscam ate colocar uns LL, ñ, ch, entre todo que lo lleña los chicos...
(alias, chico, obrigado por comientar en el blog dereto de su clase! Era mejor que fuesse una chica, mas o chico ya servie!)
O resto se explica nas fotos, que é mas simples...
Yoca

Obvio que a cidade do fim do mundo tem que ter uma placa do fim do mundo...
Em breve vocês vão ver o que achamos por ali, pra voces verem que a sala da tropa tava uma zona mesmo...

Marineros

Cidade de Ushuaia ao fundo...

... e o CNA deles também...
Buenos Aires, directo e efectivo
Putz... depois de escrevermos um monte, a porcaria da senha expirou e perdemos tudo, portanto agora vamos fazer uma pequena explanação dos ocorridos entre a chegada e até agora.
Desembarcamos em Buenos Aires (B.A.) después de nosso vuelo fazer una escala en Assunción, Capital del Paraguai, donde no vimos las paraguaias sorridentes a bailar, pero, cantamos en el avión com mucho gusto, una melodía para homenagear las chicas. Foi interessante perceber todo o avião prestando atenção na gente cantando GALOPEEEEEEEEIIIIIIIIRA!!!!
Ao desembarcar em B.A. fomos primeiro procurar comprar passagens para Ushuaia. Fomos atendidos por uma señora muy hermosa, buena, rica que gentilmente nos informou que "TURISTA PAGA MAIS CARO!", ainfal, porquê pagar $760,00 pesos a ida e volta se nós, "TURISTAS QUE PAGAM MAIS CARO" poderíamos pagar US$ 500,00 ($ 1.500,00).
Mandamos após essa gentil senhora ser mandada à Recoletta, decidimos ir ao hotel para pensar.
Bem, o que fazer? Táxi? Remise?
Taxi aeroporto-hotel $ 60,00
Remises aeroporto hotel $ 30,00
Linha 86 aeroporto hotel - não tem preço!
Ou melhor tem sim $ 1,35 por cabeça!
Pegamos um busão que fez uma pequena volta passando pelo equivalente a Quatro Barras, Araucária e Piraquara de B.A., mas que nos deixou na PORTA do nosso hotel, ou melhor, nos deixaria, se:
Se a gente não resolvesse seguir uma informação, cuja qual não entendemos nada e que nos fez descer e andar mais de 15 quadras a pé com mochilas e a "pequena" malinha de mão do Joca pela Mal.Deodoro gringa!
Pelo menos já descobrimos coom fazer para voltar ao aeroporto, pagando apenas $ 1,35...ah... e vou passar no guichê da señora, para agradecer pela información, pois já compramos las passagens, como se fossemos argentinos (por 760 pesos), inclusive, já confundiram a gente... deve ser por causa dos mullets...
Daqui prá frente o yoca continua... Juliano...
Pues bien.
Despues de toda la jornada por buenos aires, chegamos no hotel carrrrrara. Muy bueno, com internet e desayuno, e perto do "centro civico" de buenos aires (camara, congresso, assembleia e etc)
Depois de largarmos nossas malas, fomos dar uma volta pelo "centro civico".
Esta parte da cidade é meio estranha.
Nao existem restaurantes, apenas "resto-bar", com um monte de mesinhas para fora, como os cafés de paris (deve ser por causa desta mania de se achar europeu dos argentinos).
Pois bem.
Apos dar uma volta pela praça gigantesca, a barriga ja estava roncando... Afinal, passamos um dia inteiro com dois sanduiches de presunto de parma (um deles era de parmera, porque era do paraguai), e nessa altura no negocio, ja haviamos andado de 86 por mais de uma hora, chacoalhado, andado e tudo.
Ficamos vendo qual dos resto-bar que entrariamos, e escolhemos um ali que pelo menos tinha o "restaurante" escrito por inteiro, e nao so o "resto".
Resultado:
Comemos um Lomo (mignon) gigantesco por solamente 22 pesos (uns 15 reales).
Com um treco destes todo dia, nao é necessaria mais que uma refeição por dia.
Llegamos de novo ao hotel e, em tese, iriamos procurar passagens pra ushuaia baratas.
Como se aguentassemos...
Depois daquela orgia alimenticia e horas horas e horas de viagem, acabamos pegando no sono antes mesmo das 23 horas...
Como dormimos cedo, hoje acordamos cedissimo! pra ser mais preciso, 6 e meia da manha!
saimos dar umas voltas pelo "paraguaizao" daqui, com todas as lojas fechadas, claro, e voltamos para o hotel, onde ficamos assistindo, maravilhados, a propaganda do "Nicer Dicer".
O negócio vai picar alho ate picar cenoura! Impressionante como essas propagandas teleshop hipnotizam a gente...
Pues bien!
Ahora vamos salir para dar uma volta por buenos.
Vamos passar na frente do que deve ser uma boate gay, ja que se chama algo como "casa rosada"...
Depois contamos mais!
A seguir, uma foto da vista do quarto, e do quarto com nossa lã house!




medalhinhas...

Eu, que sou um cara viajado, que conhece o mundo ( já viajei de matinhos até marechal candido rondon), não poderia deixar de dar uma palavrinha sobre a ultima viagem que andei fazendo por aí...
Ainda lá na Disney, com esta vida de Cast Member fedido e mal pago, a Dinah me chamou pra ir pra Nova York, ver o que que tinha demais nessa cidade que o Frank Sinatra tanto falava.
Crente que não ia ter dinheiro nunca para embarcar, na hora disse que nem ia... Foi quando comecei a ver os preços. Passagem, 200 dolares ida e frida, hotel 120 dolares pelas 5 ou 6 noites que passamos, pecinha da bróduei mais uns 100 dolares... total, mais gasto por la, uns 600 dólares...
“É, até que não ta tão mal. Acho que vou.”
Pois bem. Cabe dizer que entre eu decidir e embarcar, eu tinha cerca de uma semana e meia, e a decisão foi feita em uma noite de House of Blues (onde mulheres bebem de graça até a meia noite e a gente dá um jeitinho)... Ou seja... foi uma decisão bem “tomada”, ehehehe.
A Primeira impressão:
Logo que desembarcamos no aeroporto, tomamos o metrô e descemos na frente do Central Park, a algumas quadras do hotel (ta, ta, hostel na verdade, mas who cares?) Qual a primeira coisa que a gente vê?
Um par de tênis largado em cima do sinaleiro! Lindo!

Da estação de metro descemos mais algumas quadras até chegar ao nosso alberguinho. Bonzinho o negócio até, camas limpas, banheiro no quarto...

(albergue, com cartazes bem acolhedores do filme "turistas: go home" do lado)
Com a galera que se formou (Joca, joca, Dinah, Michelle, Gabriel e Luiz) viajamos por tudo ali em NY, as vezes até com alguns agregados mais.

Na estátua da liberdade (menor que a da Havan, em brusque) demos uma pirada. Ficamos quase uma hora tirando fotos pulando, posando e etc etc etc.
No empire state ficamos mais tempo na fila que la em cima: estava um vento frio, frio, frio, frio! O elevador subiu os 85 andares em o que? 30 segundos? Dava até pra sentir a pressão nos ouvidos.
O mais legal pra gente de NY foi o metrô: levava a gente pra qualquer lugar da cidade, a qualquer hora do dia, e, tirando uns pedintes de dinheiro que estavam em todo metro, dançando e cantando, era hiper-seguro.

(dormindo no metro)
Mesmo quando decidimos ir em uma baladinha de NY, fomos de metro e voltamos as 4 da manhã numa buena.
Já que eu falei da balada:
A que a gente foi era muito crazy: Praticamente uma casa, a galera ficava em um lugar que simulava uma sala/quarto já que até umas camas tinham, e quem queria agitar mesmo, desica até a “garagem” onde estava a musica forte.
Preço? 5 doletas.



O museu de cera:
Apesar de ser um passeio que parece muito sem graça para o preço (35 dolares, se não me engano) Foi divertidíssimo.
As estatuas parecem de verdade, e alguns sacanas ficam parados imitando as estatuas, até que alguém va tirar foto com eles.
Mas o mais engraçado foi a gente indo no “túnel do terror” do museu de cera.
4 marmanjos indo tudo de mãos dadas se cagando de medo que alguém viesse pegar, matar a gente de susto ou coisa assim. E eles conseguiram!
Do nada pulou um cara com uma motoserra na gente!

Passamos também por muitos museus (inclusive este ai, do “Uma noite no museu”) e todos, sem exceção, tem que se gastar ao menos um dia e meio para ver rápido. Nós mal vimos, já que o maximo que gastamos no museu foram umas 4 horas.
Apesar disso, no Metropolitan, que é onde estão as pinturas, reconheci apenas umas duas ou três das que eu já tinha visto nas apostilas do colégio (uma delas um auto retrato de van gogh: menor que uma folha A4)

Broadway
Uma das coisas que mais valeu a pena, apesar da facada de 110 dolares, foi o dia em que fomos na broadway. Mesmo já enjoados de disney, ainda tivemos a paciência de ver “The Lion King”.
Uma peça Animal (sem trocadalhos) e que estava mais em topo na época; com todo o mérito. Foram duas horas de apresentação, parando apenas para o intervalo de 15 minutos.
Ta, ta... tudo bem que no intervalo a gente olhou um para o outro e falamos quase ao mesmo tempo “puta merda, eu tava caindo de sono” mas não era por causa da peça, era porque a semana foi agitadíssima e mal dormimos.
Mas valeu cada centavo.

City Tours
Lá em NY tem uma coisa interessante, para agilizar sua viagem.
Ônibus "conversível" de 2 andares, onde você paga um certo preço e eles te levam pela cidade inteira, com guia (falado em inglês) mostrando todas as curiosidades e etc. E ele geralmente já inclui também um ticket pro empire state e para a estatua da liberdade.
Os únicos dois meios que usamos lá foram estes ônibus e metrô.

Rockfeller center:
Como não podia faltar, fizemos o circuito “esqueceram de mim” com direito a patinada no rockfeller center.
Pra variar um pouco eu paguei mico, porque nunca soube andar nem de roller, quanto mais de patins, no gelo, e com chuva!
Só que, como sou um cara safo, não cai nenhuma vez! (em compensação, até hoje não aprendi a frear)
Neste dia também visitamos uma igreja que aparece em “O Poderoso Chefão”. Por ser meu filme preferido, até que deu pra dar uma enlouquecida por lá.
Central Park
Foi a tarde mais fotolog da viagem.
Acho que só daquela tarde tirei umas 300 fotos!
Passamos pela ponte onde o macauli caukin (ou sei la como se escreve) dormiu no esqueceram de mim, a estatua em que ele encontrou a velha...
O central Park é um barigui que você pode andar no meio do mato tranquilamente. E no dia que a gente foi estava especialmente legal, já que era outono e todas as folhas amarelas das arvores estavam caindo no chão.
Fizemos fotos estilo beatles atravessando a rua, as meninas me roubaram a maquina algumas veses e eu tive que dar uma de professor... so coisas assim.
Também no Central Park fica o strawberry fields, perto de onde o John Lennon foi assassinado, um memorial para ele.
O negócio é bem simples, uma placa de pedras no chão, escrito imagine, onde de vez em quando um ou outro fã coloca rosas; e no nosso caso também tinha um cara tocando musica dos beatles no violão (eu acho que é proibido, mas o cara tava lá).
Deu um astral especial ao dia. Todo mundo ficou beeem susse...



Little Italy e Little China
Na little italy (que fica do lado da little china) só tinha alguns restaurantezinhos caros, mas bonitos. Ela, infelizmente, já estava quase inteira dominada pelos chineses. O mais interessante que eu vi foi um armazém que vendia queijos, salames e outras coisas boas.
As ruas eram exatamente iguais as que aparecem no “o poderoso chefão” (DVD 2, onde Vito ainda não era Don) apesar de não estarem tão enfeitadas.
Neste dia também demos uma passada no prédio do friends, mas como eu mau assisto isso, não me interessou muito.




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